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::. Destaques



COLUNA PRIMA

O “Notícias de Coura” completa com esta edição sete anos de vida. De 10 de Junho de 2003 até hoje, inovámos, trabalhámos com prazer e fizemos deste o jornal verdadeiramente livre e plural de Paredes de Coura. Quinzenalmente emocionamo-nos ao sentirmos que somos o jornal preferido do leitor, redobrando, a cada dia que passa, a entrega e dedicação a este projecto.

Campanhas difamatórias e agressões físicas não nos fizeram mossa.
Olhamos estes sete anos com satisfação e, sem ponta de arrogância, com a noção de dever cumprido diante daquilo que o leitor espera de nós.
Sabemos, no entanto, que o mais importante é sempre o que está para vir. É o futuro que nos interessa verdadeiramente.
Quem gasta o presente a olhar para trás não vai longe, bem se sabe.
O “Notícias de Coura” é um desafio que se renova a cada edição. Com trabalho e empenho, promessa única que deixo ao leitor.
Por mais que isso custe a quem perde o sono com o sucesso do NC, o encontro fica desde já marcado, caro leitor, para a próxima edição.

Nota – Neste último ano de vida, o NC viu partir um dos seus colaboradores, Manuel Gonçalves, que morreu no dia 19 de Dezembro de 2009. Um exemplo de estatura moral e intelectual em vida, Manuel Gonçalves foi também um exemplo na hora da morte ao doar o corpo ao Instituto de Medicina Legal do Porto, para apoio à ciência. Julgo de inteira justiça recordá-lo, neste espaço, no momento em que o NC comemora mais um ano de existência.
“Manuel Gonçalves era um dos melhores, senão o melhor de todos nós, os que o conhecemos há mais de vinte anos. Inteligente, perspicaz, culto de nos fazer inveja, frontal, daquela frontalidade difícil que sabe evitar a má-criação, corajoso e homem de lutas, pela verdade, pela liberdade, contra a santa hipocrisia instalada por aí a eito. Manuel Gonçalves nunca escondeu nem titubeou na hora de lutar pelas suas convicções, criou por isso alguns anticorpos (‘é o lado para onde durmo melhor’, dizia) que na hora da sua morte são bem capazes de lhe chorar lágrimas de crocodilo”, assim escreveu o NC no dia 22 de Dezembro de 2009.

[22-06-2010 - 09:55] [Manuel Tinoco]

::. Mais Notícias desta Secção
Total Notícias: 5
 

Lar de Rubiães não esquece solidariedade do benemérito José Manuel Soares
Realizou-se em 6 de Junho a cerimónia de lançamento da primeira pedra do Lar da Associação Conceição e Manuel Soares, em Rubiães, numa altura em que os dirigentes da colectividade aguardam ainda o licenciamento municipal da obra, devido ao impasse criado pelas inconformidades em relação às regras do novo Plano Director Municipal (PDM). Para além dos órgãos sociais da associação anfitriã, com destaque para o presidente da direcção, Décio Guerreiro e da presidente da Assembleia Geral, Maria Emília Martins, o município courense fez-se também representar no evento, através do presidente Vítor Paulo Pereira e da vereadora Maria José Moreira. Outras presenças notadas foram os elementos da Assembleia Municipal de Paredes de Coura, o deputado da república Eduardo Teixeira, o director regional e a responsável pelos investimentos da Segurança Social, Paulo Órfão e Alice Antunes, respectivamente.

[23-06-2015 - 11:14] [José Miguel Nogueira e Gorete Rodrigues]


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Aniversário da Associação Cultural de Paredes de Coura
A Associação Cultural de Paredes de Coura celebrou o seu 39º aniversário organizando o Festival de Folclore integrado na Feira Mostra de Produtos Regionais do Alto Minho, que teve lugar na vila courense, no dia 14 de Junho.

[23-06-2015 - 11:16] [António Braga Barreiro]


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Rancho das Florinhas abrilhantou Feira Mostra
Um dos pontos altos do Festival de Folclore da Feira Mostra de Paredes de Coura, que teve lugar no dia 14 de Junho, foi a actuação do Grupo Folclórico As Florinhas do Alto Minho, fundado e dirigido pelo courense Manuel Esteves. Natural do Lugar da Seara, 70 anos de idade, este empresário da construção civil há muitos anos radicado na Grande Lisboa é um apaixonado pelo folclore, um bairrista de chama intensa e um eterno enamorado da sua freguesia de S. Martinho de Coura. “Correu-nos muito bem a actuação em Paredes de Coura, é sempre um prazer imenso trazer cá o nosso rancho”, confessou Manuel Esteves ao mesmo tempo que garante estar “de muita boa saúde” o seu “Florinhas”, orgulhoso representante do folclore alto minhoto, e particularmente courense, na capital.

[23-06-2015 - 11:18] [António Braga Barreiro]


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Folclore encheu Largo da Chão
Realizou-se o XI Festival de Folclore organizado pelo Rancho da Associação de Rubiães. Como vem sendo habitual, este encontro é feito alternadamente no Largo da Capela de S. Bartolomeu em Antas ou no Largo da Chão, este ano o anfitrião foi o Largo da Chão, onde os rubianenses e não só acorreram para desfrutar de uma tarde em que a música tradicional deu o mote.

[23-06-2015 - 11:22] [Teresa Cunha e António Braga Barreiro]


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Quotidianos
A coligação para as eleições legislativas de outubro dos partidos da direita política (PSD e CDS) chama-se “Portugal à Frente”. Interessante tal escolha, sobretudo nas contradições que contém se fizermos uma análise política mais realista. De facto, nos dias que correm, e devido à ação do governo de direita, que gostou de ter compartilhado o poder com a troika, Portugal está à frente… …1) de uma geração perdida de jovens, que expulsou de Portugal com as suas medidas de austeridade. O governo, com muitas consequências a longo prazo, ignorou uma das gerações mais bem formadas ao convidá-la a emigrar, dizendo, candidamente, o primeiro-ministro que tudo não passa de um mito urbano…

[23-06-2015 - 11:23] [José Augusto Pacheco]


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:: Destaques
Quotidianos
A coligação para as eleições legislativas de outubro dos partidos da direita política (PSD e CDS) chama-se “Portugal à Frente”. Interessante tal escolha, sobretudo nas contradições que contém se fizermos uma análise política mais realista. De facto, nos dias que correm, e devido à ação do governo de direita, que gostou de ter compartilhado o poder com a troika, Portugal está à frente… …1) de uma geração perdida de jovens, que expulsou de Portugal com as suas medidas de austeridade. O governo, com muitas consequências a longo prazo, ignorou uma das gerações mais bem formadas ao convidá-la a emigrar, dizendo, candidamente, o primeiro-ministro que tudo não passa de um mito urbano…
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:: Opinião
Teoria dos números
Números. Se pensarmos bem, tudo na nossa sociedade se resume a números. As letras e todo o abecedário passam para segundo plano quando pensamos em números. Quando combinadas, as letras formam palavras. E os números, combinados ou não, formam aquilo que a humanidade busca incessantemente: a verdade. Se eu, por exemplo, disser ao caro leitor que estão vários carros estacionados perto do Centro Cultural de Paredes de Coura isso não vai causar-lhe grande espanto. Mas, e se eu disser que há um milhão de carros estacionados por lá? Das duas uma: ou o leitor vai pensar que estou maluca ou então o espaço aumentou de tamanho da noite para o dia.
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:: Opinião
Tudo é Efémero
Na nossa vida tudo passa depressa! Tudo corre celeremente para, mais tarde, voltar a acontecer, noutro tempo, noutro espaço, noutras circunstâncias!... Hoje vou falar da Primavera, essa bela estação do ano, tão desejada por todos e tão proclamada pelos poetas. Nos dias pequenos, frios e chuvosos de Inverno, o nosso espírito fica mais triste porque raramente vemos o sol. É, então, que renasce em nós uma grande esperança, ao termos a certeza que, dali a pouco tempo, a rainha das estações chegará e, com ela, dá-se o eclodir da vida. É o tempo de tudo renascer! Quando ela chega o dia é igual à noite, o sol aquece e visita-nos com mais assiduidade, o tempo fica morno. Por todo o lado, a Natureza explode, cantando verdadeiros hinos à vida. Depois de uns meses de descanso, as árvores florescem, os animais acasalam e eis que novos seres nascem, contribuindo para a manutenção das espécies e da vida. Alguns deles, estiveram em letargia durante uns meses e saem do seu sono hibernal, apanhando sol, sempre que têm oportunidade. Nos montes, nos campos, nos caminhos e por tudo quanto é sítio, tudo fica atapetado de flores que as abelhas aproveitam, bem, para produzirem o mel que nós depois lhes subtraímos. Nessa altura, nas terras de Coura, a cor predominante é o amarelo dos malmequeres, do tojo, da giesta e de outras espécies vegetais que proliferam em grande quantidade. Uns dias antes da chegada da Primavera, algumas aves de arribação, vindas do Sul, já se fazem ouvir com os seus cantos e quando ouvimos, pela primeira vez, o cuco, costuma-se dizer: “Este ano já não morro sem ouvir o cuco!”. Ela atinge o seu expoente máximo de beleza no mês de Maio que é, realmente, o mês das flores, de onde sobressaem os lírios e as rosas. Entretanto, o tempo vai aquecendo cada vez mais e, quando entramos em Junho, já se cheira a Verão e a mais bela estação do ano começa a ficar velha e terá o seu fim quando atingirmos o solstício. Depois, olhamos para trás e achamos que tudo passou rapidamente e que não tirámos o devido proveito de todas as suas ofertas, que foram tantas!...
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:: Opinião
Terra de ninguém
Há cerca de um mês atrás, pouco dias antes do Rally de Portugal passar nos concelhos vizinhos, houve equipas de rally que utilizaram os estradões da Paisagem Protegida do Corno de Bico (PPCB) para realizarem os seus treinos. Estes exercícios levaram muitos courenses a irem até à PPCB, courenses esses que de outra forma nao iriam lá. Por outro lado, também fica a sensação de que não faz muito sentido acontecerem treinos de desportos motorizados, com algum impacte ambiental, dentro de uma paisagem protegida.
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